Para todos aqueles que
se perguntam o porquê
digo-vos sem equívoco
nem pensem mais nisto.
Pois, como niguém notaria
Escrevo a todo confraria
Só há sentido nesta poesia!
quinta-feira, 29 de abril de 2010
terça-feira, 16 de março de 2010
quarta-feira, 10 de março de 2010
americanso doidos
Gente... como assim? avatar se pass num futuro bem futuro...e os americanos acreditam q o mundo ainda vai se organizr nos moldes do capitalismo? eles realmetne acam q essa é a unica formade se viver e que a sociedade vai semrpe se organizar assim? e mais...antes da queda do capitalismo os EUA não vão ter mais culhão pra invadir o mundo não
e pior...falar q no futuro be mdistante se invandiu a venezuela ..é só umaforma de prepara a mente desse povo pra uma invasã oreal brve..eles não dão ponto sem nó...
e pior...falar q no futuro be mdistante se invandiu a venezuela ..é só umaforma de prepara a mente desse povo pra uma invasã oreal brve..eles não dão ponto sem nó...
domingo, 28 de fevereiro de 2010
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Poesia XIX
Para um homem se ver a si mesmo,
são necessárias quatro coisas:
olhos, espelho, luz
e vontade de abrir o olhos
são necessárias quatro coisas:
olhos, espelho, luz
e vontade de abrir o olhos
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
manoel de barros
" Prefiro as máquinas que servem para nao funcionar:
quando cheias de areia de formiga e musgo - elas
podem um dia milagrar de flores.
(Os objetos sem funçao têm muito apego pelo aban-
dono)
também as latrinas desprezadas que servem para ter grilos dentro - elas podem um dia milagrar violetas.
(Eu sou beato em violetas.)
Todas as coisas apropriadas ao abandono me religam
a Deus.
Senhor, eu tenho orgulho do imprestável!
(O abandono me protege.)"
quando cheias de areia de formiga e musgo - elas
podem um dia milagrar de flores.
(Os objetos sem funçao têm muito apego pelo aban-
dono)
também as latrinas desprezadas que servem para ter grilos dentro - elas podem um dia milagrar violetas.
(Eu sou beato em violetas.)
Todas as coisas apropriadas ao abandono me religam
a Deus.
Senhor, eu tenho orgulho do imprestável!
(O abandono me protege.)"
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