sábado, 28 de fevereiro de 2009

Poesia XIII

olhos claros são raros
não vejo grandeza nisto
nestes profundos negros aros
é mais facil percebr como sou visto

domingo, 15 de fevereiro de 2009


bunitinho né?
o artista conseguiu captar minha belza
uahuahuahuauhuah

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

:P


ENTÃO..... ACORDADA É MAIS LEGAL?

domingo, 8 de fevereiro de 2009

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

quase sem querer!

Tenho andado distraído,
Impaciente e indeciso
E ainda estou confuso.
Só que agora é diferente:
Estou tão tranquilo
E tão contente.
Quantas chances
desperdicei
Quando o que eu mais queria
Era provar pra todo o mundo
Que eu não precisava
Provar nada pra ninguém.
Me fiz em mil pedaços
P'ra você juntar
E queria sempre achar
Explicação p'ro que eu sentia.
Como um anjo caído
Fiz questão de esquecer
Que mentir p'ra si mesmo
É sempre a pior mentira.
Mas não sou mais
Tão criança a ponto de saber tudo.
Já não me preocupo
Se eu não sei porquê
Às vezes o que eu vejo
Quase ninguém vê
E eu sei que você sabe
Quase sem querer
Que eu vejo o mesmo que você.
Tão correto e tão bonito
O infinito é realmente
Um dos deuses mais lindos.
Sei que às vezes uso
Palavras repetidas
Mas quais são as palavras
Que nunca são ditas?
Me disseram que você
estava chorando
E foi então que percebi
Como lhe quero tanto.
Já não me preocupo
Se eu não sei porquê
Às vezes o que eu vejo
Quase ninguém vê
E eu sei que você sabe
Quase sem querer
Que eu quero o mesmo que você

pensa nisso tb

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Mario Quintana

E agora, que desfecho,
já não penso mais em ti
mas será q eu nunca deixo
de lembrar q te esqueci?

Pensa nisso!

;)

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Poesia XII (Latinidade)

E há uma confusão de sabores
das mais diversas cores
que nenhuma boca ousa saborear

E cada riso ao vento
torna cada boca um instrumento
numa festa do lamento
que não sabe lametar

E sente-se os movimentos
dos incontroláveis sentimentos
animados pela cheiro da alegria no ar

E há a arte de fazer da vida um momento,
pendurado por um fino filamento,
sustentado por um faminto rebento
que teima em rir e não chorar.