sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

poesia XVIII

Sempre tomei tudo em poucas goladas
Queria poder fazer isso com o tempo
Não saborear nenhum momento
Tomar de uma vez as madrugadas

Se a vida fosse água
Deixaria de molhar com gotas minha boca ressacada
Mataria minha sede num só gole até restar nada
"vezes sem conta tenho vontade
de que nada mude
meiavoltavolver
mudar foi tudo que pude"

Paulo Leminski
Por que prender a vida em conceitos e normas?
O Belo e o Feio... o Bom e o Mau...Dor e Prazer...
Tudo , afinal, são formas
E não degraus do ser!"

Mario Quintana
"Não se preocupe em entender, viver ultrapassa todo o entedimento".

Clarisse Lispector

Pesia XVII

"Quem está distante
pensa estar, nas mentes, incerto,
mas a distância à cada instante
o deixa mais perto"

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010