sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

poesia XVIII

Sempre tomei tudo em poucas goladas
Queria poder fazer isso com o tempo
Não saborear nenhum momento
Tomar de uma vez as madrugadas

Se a vida fosse água
Deixaria de molhar com gotas minha boca ressacada
Mataria minha sede num só gole até restar nada

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