sábado, 10 de maio de 2008

Poesia IV

Ventos e brumas
de pretos abismos,
vagas de espuma
anunciam o solstício

No negro envolvente,
onde até sem luz sons o são,
ouvesse apelo de gente
por simples perdão.

Suas sombras e corpos
iguais no vazio, vastidão
confunfdem-se nos esforços
de fazer distinção

Logo, louco ou são,
diferença não se sente.
Somente há escuridão
no foço que fora uma mente

hj eu to sombrio......nessa madrugada ta parecendo q só existe eu e o mundo..... E não é q isso é verdade?

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